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P.A.R.T.Y. #9 – Montecarlo Jive

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Essa semana, resolvi tomar o lugar dos meus queridos amigos Jairo Borges e Dayson ‘Stalker’ Ruan e ocupar a vaga de ‘indicador de bandas’ nas nossas linhas democráticas. Depois de mostrar o som denso do Team.Radio, agora pulo diretamente a um som elétrico e pouco convencional, mas altamente dançante.

O “Ponha A Roupa Transparente YAY!” deste sábado é com:

Montecarlo Jive

#3wordsafterparty: Tons de Tudo

Precisa Ouvir: “Turn it Of” e “Advices”.

Aonde: Rio de Janeiro.

Roupa Transparente Porque: Isso é Rio de Janeiro, mas com a urgência Nova Iorquina e o feeling pop Europeu. Você dança nas eletro-instrumentais, nos solos de guitarra, nas veias punk, na batida funk e em toda a mistura saborosa proposta.

Tem Uma História: A história deles é quase que sem história. Achar algo sobre o trio é uma luta. São só três: Rômulo Collopy (baixo e letras), Shelly (vocal, guitarras e letras) e B.G. Wooster (guitarras, baterias e teclados). Nunca subiram num palco, mas lançaram o álbum Up! em seu myspace e dividem a atenção com outra banda, Os Duques, que tem os dois homens dessa formação.

Yay: Segue a explicação do próprio Wooster: “O Montecarlo Jive é, na realidade, um projeto experimental de escolha de timbres e estudos de sonoridades sem ser pedante. Digo, sem fazer muita coisa dissonante só para parecer alternativo. A maior preocupação é definir um “design sonoro” pra banda em cada ep, oferecer harmonias pouco convencionais e ter alguma atitude de energia, paras músicas soarem alegres, que é como nos sentimos compondo.”

A banda já tem 3 eps prontos só faltando detalhes, sendo que o primeiro deles será mais eletro, o seguinte mais lo-fi e o último será de remixes. As gravações dos detalhes finais do ep eletro começam no próximo dia 17.

Orkut | Myspace

Somos só três: Rômulo (baixo e letras), Michele (vocal, guitarras e letras) e Braulio (guitarras, baterias e teclados). Como sou multi-instrumentista, acabo tendo a comodidade de gravar todos os instrumentos, o que facilita pra arranjar e compôr. A desvantagem é que, para levar um projeto desse porte pros palcos demandaria mais pessoas, evidentemente, e ensaios, reuniões etc.etc. coisas que nosso tempo disponivel atual não nos permite por conta de trabalho, outras bandas etc. (eu, por exemplo, também toco/produzo a Duques).
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Músico multi-instrumentista, DJ, viajante, criador e editor-chefe do site RockinPress, colunista e curador convidado do Showlivre, ex-colunista do portal de vendas online Submarino e faz/fez matérias especiais para vários grandes meios culturais brasileiros, incluindo NME, SWU, Noize, Scream & Yell, youPIX e os maiores blogs musicais do país. É especializado em profissionalização de artistas independentes e divulgação de material através da agência Cultiva, sendo inclusive debatedor em mesas técnicas sobre o assunto na Universidade Federal Fluminense (RJ) e no Festival Transborda (MG).

6 COMENTÁRIOS

  1. É como ouvir os Ramones tocando músicas do Primitives ou Teenage Fanclubem uma rotação acelerada. Diferente das alternativas que são oferecidas pela mídia televisiva ou internética. Solos inteligentes e nada complicados, mesmo porque a diversão é muito mais que presente.É bom ver que alguém anda citando também Julio Barroso de uma maneira tão inteligente e explosiva.
    Vale a pena a cada nova audição…….

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