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Traçando um via oposta a apresentada em Ondas, álbum de estreia da banda Alaska, o sucessor, Ninguém Vai Me Ouvir, busca apresentar uma sonoridade própria atrelada as questões visuais. O disco chega as plataformas amanhã, dia 31 de agosto.

“A ruptura surgiu de maneira natural, como resposta dos nossos próprios descontentamentos e frustrações enquanto artistas, em relação ao que era – e ainda é – esperado de nós como uma suposta ‘banda de rock'”, relata o vocalista André Ribeiro.

Com tons de eletrônico e experimental a banda se mostra frágil em algumas de suas letras. As experiências vividas com a divulgação do primeiro trabalho (em uma turnê que durou três anos) possibilitou muitas trocas com outros músicos e com o público gerando, assim, a vontade de ir além. Além de um aprofundamento próprio, para este disco, os músicos se inspiraram em relatos dos fãs, que compartilharam histórias pessoais de forma anônima por meio da plataforma Curious Cat. Essas histórias estimularam o diálogo sobre as inseguranças, tristezas e segredos e fizeram a banda tentar se abrir mais liricamente e ousar mais na parte técnica.

A banda já divulgou três canções que estarão no trabalho novo. Entre elas está “Até o Mundo Acabar”. Com ares intimistas a canção leva o ouvinte para temas mais profundos. A letra poética fala sobre um ar esperançoso, uma espera que deve ser contínua e permanente, mas somente até o fim de tudo.

Alaska – Até o Mundo Acabar (Lyric Video)

Alaska é formada por Nicolas Csiky (bateria), André Raeder (guitarra), Vitor Dechem (teclado, guitarra e voz), Wallace Schmidt (baixo) e André Ribeiro (voz e guitarra).

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