O Móveis Coloniais de Acajú marcou para Maio/Abril o lançamento de seu primeiro DVD Ao Vivo, gravado no Auditório do Ibirapuera nos dias 22 e 23 do mês passado. A produção sai em parceria com a gravadora Trama e o Canal Brasil – esse último levará um especial sobre o evento aos televisores do país. No repertório, canções de Idem e C_mpl_te, além da belíssima “Mergulha e Voa”, do Projeto Tamar e uma versão de “Glory Box”, do Portishead.
Rapidinhas:
- O Placebo volta para sua terceira turnê brasileira em quatro shows: Porto Alegre, no Pepsi on Stage, dia 13/04; Curitiba, no Master Hall, dia 14/04; Belo Horizonte, Chevrolet Hall, dia 16/04; e termina em São Paulo, no Credicard Hall, dia 17/04, excluindo o mesmo Rio de Janeiro que lotou o Citibank Hall nas últimas duas passagens da banda pelo país. A pré-venda tem início nesta segunda (dia 22/02).
- O Florence and the Machine mal ganhou o prêmio de álbum do ano por Lungs e já está gravando o próximo rebento. O segundo álbum da banda terá a mesma produção que o primeiro (Paul Epworth) e a cantora manifestou o desejo de trabalhar com Thom Yorke.
- O novo álbum da Courtney Love do Hole finalmente tem data para sair. A bolacha ganha as lojas no dia 27 de abril, via Mercury/IDJ. O álbum terá o nome de Nobody’s Daughter, está atrazado a quase dois anos, e terá colaborações de Linda Perry, Billy Corgan, Jack Irons (baterista do Pearl Jam), entre outros.
- Para mostrar que realmente o trabalho está árduo, os Strokes disponibilizaram um vídeo de 9 minutos mostrando o processo de composição da faixa “Taken For a Fool”, que provavelmente estará no quarto álbum da banda, anunciado para setembro. Veja o vídeo aqui.
“matt bellamy homossexual” (deixa o cara dar pra quem ele quiser!)
“marcelo camelo fã de mallu magalhães” (fã é pouco!)
“igual cornell” (procure por Timbaland)
“gatinhassex nuas” (tenho uma siamesa linda!)
“busseta gozante” (soa a nome de banda…)
Vazou:
I’m From Barcelona – 27 Songs from Barcelona
Johnny Cash – American VI: Ain’t no Grave (uhu!)
Ted Leo And The Pharmacists – The Brutalist Bricks
El Trio de Omar Rodriguez Lopez – Ciencia de los I (primeiro dos 400 lançamentos do ano)
Audio Bullys – Higher Than The Eiffel (nostalgia… que me arrependo)
Angels & Airwaves – Love (piada…)
The Morning Benders – Big Echo (maravilhoso)
Zeus – Say Us
O set do Festival Indie Rock está finalmente completo. Além de Gogol Bordello, Holger e Super Furry Animals, a banda argentina El Mato a Un Policia Motorizado tocam na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, dia 13 de novembro. A data de São Paulo, na Via Funchal, ainda não foi confirmada, já que inicialmente há conflitos com a agenda do Gogol Bordello. Os ingressos saem a R$80,00 a inteira e R$40,00 a meia entrada.
Rapidinhas:
- Vazou mais uma música do álbum solo de Julian Casablancas, Phrazes for the Young. “River Of Brakelights” é a faixa mais longa da bolacha que terá apenas 8 canções. Clique aqui para ouvir e mais informações do disco aqui.
- A banda irlandesa U2, que está lançando seu último álbum No Lines on the Horizon pela turnê 360º, transmitirá o show desse domingo, 25 de outubro, na Califórnia, ao vivo pelo site oficial e canal do youtube.
- O Placebo acaba de disponibilizar aos fãs xiitas um EP com 5 faixas, para comemorar a turnê de 2009. Com músicas ao vivo de Silversun Pickups, United e Placebo, mais contribuição de Expatriate e The Horrors. Você baixa clicando aqui.
- Pete Yorn e Scarlett Johansson foram ao Elle Degeneres Show apresentar duas canções de seu álbum em conjunto, Break Up. Clique e veja eles tocarem o single “Relator“, e, pela primeira vez, a simples e não menos bela “Shampoo“.
“trip rodrigo amarante” (posou nu? Cruz-credo)
“frases curtas de rock para album de foto” (Mothafuckers!!! Suck my kiss! Hey Ho Let’s Go!!)
“dinossauro junior musica” (o cursinho de inglês tá funcionando, hein?)
“o que significa sketchead” (se nem o google tradutor sabe…)
“mamonas assacinas” (assassinadas depois de assaCinarem a língua portuguesa)
“a louca sarau criar” (pedro?)
Vazou:
Rod Stewart – Soulbook (existe ainda?)
Cheryl Cole – Three Words
Fu Manchu – Signs of Infinite Power
Ben Gibbard and Jay Farrar – One Fast Move or I’m Gone Kerouac’s Big Surr
Clipe:
Lily Allen – Who’d Have Known
(Live At Pukkelpop Festival 2009), do Placebo. Você pode baixar o EP aqui.
- Dias atrás noticiamos que o novo disco do Weezer será lançado no fim de outubro. A boa nova é que o single “(If You Are Wondering If I Want You To) I Want You To” já está disponível na rede. Confira aqui! Não sei quanto a vocês, mas achei essa música muito divertida!
- O vocalista do Placebo ficou doente e teve que cancelar parte dos shows da turnê da banda nos Estados Unidos. Suspeita de gripe suína?
- Atualizando uma nota antiga sobre o Wolfmother, a faixa “New Moon Rising” já está disponível no youtube e em outras redes de compartilhamento. Essa banda é o que eu chamo de máquina do tempo moderna. Às vezes é bom de ouvir.
- Só para dizer que eu atualizei isso aqui sem mencionar o Muse, estão confirmadas as apresentações “secretas” nos dias 4 e 5 de setembro. Primeira oportunidade de conferir as músicas ao vivo. Se você estiver em Devon, apresse-se e compre os ingressos antes de esgotarem!
Nick McCabe e Simon Jones, guitarrista e baixista do The Verve, uniram-se ao violinista do Goldfrapp, Davide Rossi, e ao baterista Mig Schillace para formar a The Black Ships. A banda promete mais novidades futuras, mas você pode ouvir no myspace do grupo a faixa “Black Ships on Auto”.
Rapidinhas:
- Zach Condon recrutou seu companheiro de Beirut Perrin Cloutier, para compor uma faixa para o filme Paper Heart. Você pode ouvir “The 11th Arrondissement” aqui.
- O primeiro single do Muse já está disponível para download. “Uprising” pode ser baixada aqui. Não gostei.
- “The Never-Ending Why” será o próximo single de Battle for The Sun, o novo álbum do Placebo. O lançamento está marcado para o curioso dia 7 de setembro.
- O Patrick Wolf disse em seu twitter que foi preso nos EUA por cuspir em um segurança, que ia morar com Mick Jagger e está num estúdio em Los Angeles, com dois produtores, trabalhando em seu novo álbum. Twitter forever!
- Em mais uma entrevista do Move That Jukebox com o pessoal do Copacabana Club, a banda revelou que pretende lançar seu primeiro full álbum no início do ano que vem, além de outras coisas. Leia aqui.
- O pessoal do Blur está postando no Youtube alguns vídeos da preparação para a volta da banda. Veja no canal oficial.
- Foi divulgado hoje a foto da ficha criminal de Phil Spektor, mega produtor de bandas como Beatles e Ramones, que irá cumprir pelo menos 19 anos de cadeia por assassinar sua namorada. Veja só que coisa bela:
Em 96, o Placebo foi taxado de ‘banda para adolescentes’, devida sua sonoridade e temática supostamente jovem. Agora, 13 anos depois e 6 discos nas costas, o Placebo volta a ser novamente comparada com qualquer banda adolescente, bem mais madura que qualquer grupo dessa leva, mas com o mesmo formato ‘comestível’ e temática visivelmente voltada ao mercado pop.
Antes de qualquer dizer, venho lembrar que POP não quer dizer N’Sync, Five ou Britney Spears, mas sim popular, música com a aceitação do grande público. O fato de esta bolacha estar voltada ao mercado pop, não quer dizer que vá alcançar seu êxito, o que a princípio, só nos faz afirmar que é um álbum bastante comercial. Agora, comercial porque?
Uma música comercial tem como objetivo atingir a massa. Ela contém alguns fatores que, em conjunto, tornam a música mais consumível e de fácil adesão. Em 2007, o Placebo deu seu primeiro indício de estar seguindo esse caminho, ao lançar na América um EP com alguns de seus sucessos num formato dedicado aos adolescentes e sua cultura, citando ainda pelo próprio vocalista Brian Molko, uma banda de exemplo: My Chemical Romance. Acho que isso já diz alguma coisa.
Battle For The Sun é um disco muito bem produzido, com arranjos que desafiam as mesmices apresentadas pelo Placebo em álbuns anteriores, e ainda com o inteligente aditivo jovem comandado pelas baquetas do novato Steve Forrest, que estreia quase que como um amuleto na banda, em plena renovação sonora.
Mas não se enganem: Para mim e muitos fãs, esse álbum soa quase como uma ofensa. Fatores da vergonha alheia: As músicas terminam, em mais da metade do álbum, de maneira apoteótica, ao estilo Coldplay e Snow Patrol; as palminhas em “Ashtray Heart” e “Kitty Litter”, junto com o coral usando uma frase em forma de ordem (em “Ashtray” o coral canta num desnecessário espanhol); Letras alegrinhas e nenhuma música ‘corta pulsos’ que conhecemos do estilo da banda; e o ritmo vocal repetitivo, simples e bem rimado, facilitando a assimilação da canção e a tornando ‘colante’. Claro que a banda já se aproveitou de alguns desses fatores anteriormente, mas nunca em doses cavalares.
Não, esse não é o problema. Mas sim, o total abandono da banda ao estilo que fez vários fãs simplesmente terem o vocalista Brian Molko como a razão de vida. Esse formato comercial não condiz com a estrutura da banda. E mesmo que Brian não tenha uma voz mais pop, ou a banda tenha saído de sua gravadora (quem fará a distribuição dos álbuns ainda é um grande selo), não deixam de mostrar o verdadeiro motivo da empreitada: A grande mídia e público.
“Kitty Litter”, “Battle For The Sun” e “The Never-Ending Why” compõe um lado ‘dark-pop’ da bolacha, com guitarras sujas e uma certa lembrança de bandas como AFI e My Chemical Romance, com o mesmo lado pop da repetição. “Ashtray Heart”, “For What It’s Worth”, “Devil in The Details”, “Breath Underwater” e “King of Medicine” são um pacote pop amarrado e entregue na porta das rádios, com uma dedicatória na frente. “Happy You’re Gonne”, “Come Undone” e “Speak in Tongues” são muito repetitivas, sendo que “Bright Lights” chega a irritar de tão ruim. Por fim, “Julien” é uma das poucas que salvam.
O que há de errado em encontrar novos fãs? Em ver dinheiro e respeito aumentando? Nada. E qual problema d’eu achar isso tudo uma merda enganadora de fãs e sem um mínimo de personalidade? Nada também. Placebo, volte para casa e seja você mesmo.