search
top
Mais do Mesmo: Feeling Good

Muse

George Michael

Pussycat dolls (!)

Michael Buble

Nina simone

Curtas: Nada de Interessante

A arte é do músico mineiro Diego Fialho.

E  o Kanye West continua causando… Até mesmo o bacana Barack Obama disse que o cara foi um idiota. A jornalista que divulgou isso deve ter passado perto de ser decapitada, mas a ABC se desculpou publicamente pela divulgação da declaração em off do presidente norte-americano.

Rapidinhas:

- Saiu o novo clipe do Rammstein e não tenho outra palavra para descrever melhor: é muito pesado. Faz jus à fama da banda e mostra que eles sempre conseguem surpreender. Além do vídeo ser ótimo (e dar inveja de não ser da banda), a música é bem legal também. Confira!

- Lembra dos ingressos para o show privado do Franz Ferdinand? Então, eles só duraram 15 minutos…

- E o Faith No More toca no Chevrolet Music Hall, em Belo Horizonte, Minas, dia 8 de novembro.

- Como hoje, os jornalistas musicais não quiseram trabalhar, olha o que um ‘estagiário faz: Jogo dos 2 erros do Strokes. resposta nos comentários.

Bizarro:

Cifraclub: Vanessa Hudgens fala sobre suas fotos nua que vazaram na rede
“Até hoje a Playboy não desconfiou que eu quero aparecer na revista!”

G1: Paul é eleito o beatle favorito dos EUA, mas 22% dizem não gostar da banda.
Só 22%?

Buscas Non-Senses de Ontem:

“jovem que se matou” (viramos site de mortes descontraídas)
“lotar caixa de e-mail com assuntos desne” (Spam do Amor!)
“peguntas para entrevista de banda” (Guia de como entrevistar uma banda)
“ver nomes de filmes” (Também somos uma locadora de filmes)
“wall e eva” (Adão chifrudo)
“nome de música rap que inicia com música” (?)
“set bolachão da conteporânea” (??)
“clip da banda de rok americana u ui” (?????)

Vazou:

Alice In Chains – Black Gives Way To Blue (faltou um hit)
The Raveonettes – In And Out Of Control (ótimo!)
Dizzee Rascal – Tongue N Cheek
Basement Jaxx – Scars
No Age – Losing Feeling EP (Bem menos barulhento)

Clipe:


Muse – Uprising

por 2tdias e Marcos Xi

Notinhas: Muse, Planeta Terra, VMB e Pete Yorn & Scarlett Johansson

+ O Muse protagonizou um grande mal estar entre os fãs brasileiros: Matthew Bellamy, vocalista da banda, disse aos 9 minutos desta entrevista que os shows do Brasil foram os piores da turnê, que não gostaram daqui e que quase morreram. Um certo movimento começou a se formar no Twitter, com fãs enviando a mensagem “The Brazilian community of fans is appalled to know you kept no good memories from us. We hope we can make it up to you next time.” para o perfil oficial da banda. Um email estaria sendo escrito por um dos sites brasileiros dedicado a banda. Desnecessário, não?

+ Para quem ficou desesperado quando chegou nas bilheterias para adquirir seu ingresso do Festival Planeta Terra e descobriu que o primeiro lote já havia acabado, não se preocupe: o segundo lote, agora a 170 reais, já está a venda nos mesmos postos de venda.

+ Mais algumas atrações confirmadas no VMB desse ano: além de Erasmo Carlos, Massacration, Falcão e Franz Ferdinand, outros que se confirmam é o Móveis Coloniais de Acajú, Vivendo do Ócio e Pitty.

+ Pete Yorn e Scarlett Johansson debutaram ao vivo em um programa francês de televisão, tocando a música “Relator”. Scarlett estava visivelmente nervosa, mas fez melhor do que o esperado. Só falta aprender o que é presença de palco! Vejam:

Resenha: A Resistência (Parte 2)

Agora sim, chegamos ao final, conforme prometido, da resenha do tão esperado álbum do Muse, The Resistance, na opinião ‘fanzistica’ de 2tdias e na realista de Marcos Xi. Foi difícil, pois é uma banda de consenso geral no nosso blog, mas devemos ser justos e falar boas verdade para quem merece. Caso você não concorde com algo, se pronuncie, quem sabe você não é ouvido? Ou não…

_______________________________________________________________

Álbum: The Resistance

Artista: Muse

Lançamento: 14/09/09

Gravadora: Warner

Myspace: myspace.com/muse

Rockometro: 6

Falar de Muse hoje em dia é tão normal quanto o Nx Zero ganhar algum prêmio ridículo na música brasileira. O difícil é mesmo é falar mal deles. A banda é dotada de um perfeccionismo musical espantoso e uma escala de qualidade musical mais inclinada que o monte Everest. E semana que vem chega às lojas o mais esperado álbum da discografia da banda.

The Resistance é uma bolacha confusa, priorizando os gostos de Matthew Bellamy, vocalista, e engaveta a força das músicas que a banda vinha pregando nos últimos álbuns. O foco maior nessa bolacha são os arranjos orquestrais, e deixa de lado os riffs cantáveis que tanto marcam o som do trio. O timbre das músicas está mais dark, mais denso, sem deixar de ter animação. O grande problema, é que o Muse não sabe se engloba mais algumas influências épicas, volta ao passado pesado ou se entra numa onda de Chris Cornell no Pop e arrebata de vez os fãs de Twilight.

Muse e a ambiciosa missão de melhorar eles mesmos. Fail.

Uma outra questão que vem assolando o Muse nos últimos discos, é a semelhança de algumas músicas com outras mais antigas deles mesmos ou então de outros artistas. Começando por “Uprising”, faixa que abre o disco, a primeira coisa que remete é essa música do Marilyn Manson, mas se pesquisar bem, você encontrará uma assombrosa semelhança com essa música da Christina Aguilera. Tenso não? Além de claro, a já conhecida super semelhança de “United States Of Eurásia” com Queen, que vai muito além do coro, e engloba outras influências como guitarra e piano. Bohemia Rhapsodia ainda vive.

Dois momentos que remetem a era do disco Origin of Symmetry são as boas “Unnatural Selection” e “MK Ultra”, que são algo entre “Citzen Erased” e “New Born”, mas mostram um grande problema no álbum: Dominic Howard, baterista, está muito apagado e não fazendo nem metade do show que deu em Black Holes and Revelations. E cá entre nós, o sampler de “hey” em “Unnatural Selection” está bem ultrapassado, não?


Unnatural Selection (Live)

A parte pop da empreitada vem por conta de “I Belong To You”, e sua levada mais “Feeling Good”, só que bem mais pop. Baixo swingado, quebras de tempo e refrão colante, torna a música uma das melhores da bolacha, mas fica um pouco repetitiva quando entra numa onda “We’re the Champions” e coloca Matt no piano em mais um momento de lamentação desnecessária, numa musica tão divertida quanto começou. Outra mais pop do que tudo é “Undisclosed Desires”, que é algo tipo Andrew Bird produzido por Timbaland. Slaps nervosos hipnotizam nesse refrão, mas é uma música tão fora do som do Muse, que nós acabamos ficando com a impressão de ser uma música para os fãs de Twilight.

Com a bateria e a guitarra mau explorados, a bolacha tem seu ponto final no tão aguardado ‘monstro sinfônico‘. Podemos afirmar com muita facilidade que Matt se entregou total a essa música, colocando tudo o que sabe de orquestração e piano, resultado: um produto sem refrão ou ponto de referência que mais soa como Matthew Bellamy fritando no piano ao som de uma banda e uma orquestra sinfônica.


Resistence (Live)

Se em alguns momentos o Muse parece soar mais perdido e confuso, e em outros parece uma banda de Metal Medieval, isso nós lamentamos, mas excelentes músicas como “Resistance” e “Guiding Light” ainda salvam o disco de ser uma decepção montada pelo próprio mentor. A grande questão agora é saber se o Muse volta um dia a ser uma banda de rock , com suas guitarras ‘extraterrestres’, ou decide de vez se focar em viagens orquestrais e solos de piano em todas as músicas.

Resenha: A Resistência (Parte 1)

Como o Rock in Press é feito por figuraças de gostos semelhantes e opniões díspares, o tão esperado álbum The Resistence, do Muse, sairá em duas resenhas. Uma sob a batuta do fã xiita 2tdias, que é esta abaixo, e outra feita pelo fã realista Marcos Xi, na sexta. Cada um explorará pontos diferentes e opiniões diversas sobre a bolacha, e você só ficará aí, rindo da cara dos dois quebrando o pau para ver qual é a opnião mais válida.

_______________________________________________________________

Álbum: The Resistence

Artista: Muse

Lançamento: 14/09/09

Gravadora: Warner

Myspace: myspace.com/muse

Rockometro: 8

The Resistance era um dos discos mais aguardados de 2009. Os fãs aguardavam ansiosos e apreensivos para saber o resultado do novo trabalho do Muse. As expectativas foram aumentadas depois de um preview tosco de 30” no iTunes no começo do mês. Será que Matthew Bellamy e companhia iriam conseguir superar o exito dos albuns anteriores? A resposta foi que eles conseguiram ir além. Muito além.

Todo mundo que acompanha o Rock in Press já deve ter percebido que eu sou xiita com a banda. Não sei mesmo se seria a pessoa mais indicada para resenhar o album, mas ia deixar isso para o Xi? Tá louco, né? Só que pior do que o meu vício é o dos fãs ao redor do mundo que desde ontem esperavam impacientemente pelo “leak” que aconteceu hoje. A agitação tirou o servidor do fórum Muse Live do ar e também bagunçou o twitter (o #museleak chegou a ser o primeiro nos Trending Topics do dia). E depois de vários links falsos, finalmente os fãs puderam ouvir o verdadeiro The Resistance. E não tem nada melhor do que estar no meio da festa e compartilhar das opiniões com outras pessoas. Toda essa sensação só serviu para deixar o gosto do album ainda melhor.

Resgatei essa foto lá da época do Origin!

Para princípio de conversa, se você é um daqueles que ainda insiste em comparar Radiohead e Muse, desista desse argumento para irritar outros musers. Contar isso em uma mesa só servirá para atestar a sua insensibilidade e (quase)ignorância musical. O quinto disco de estúdio do Muse se afasta ainda mais de qualquer coisa que a banda de Thom Yorke já pensou em fazer e aumenta a visibilidade para o talento de Matthew Bellamy como cantor e guitarrista. Depois de “Time is Running Out” , “Supermassive Black Hole” e “Starlight” figurarem entre as mais ouvidas nos EUA, acho praticamente impossível que “Uprising” e “Undisclosed Desires” não façam mais sucesso ainda. E olha que elas nem são as melhores do disco…

The Resistance supera fácil o album anterior. Talvez com o passar do tempo, consiga ser melhor que Absolution e Origin of Symmetry. Dificil fazer esse tipo de comentário após ouvir o cd pela primeira vez, mas é bem verdade que não existem músicas ruins ou cansativas aqui. A excelente modulação de Queen “United States of Eurasia” é hoje, a menos chamativa do disco. Com músicas como “MK Ultra” e “Unnatural Selection” fica complicado competir. Aliás essas duas são o grande destaque e atrativo do album. Impossível ouvir sem se deixar levar pela energia das faixas. Este disco vai bombar.

A única reclamação é em querer entender qual foi o motivo que levou o Muse a escolher “Uprising” para abrir o disco no lugar de “Resistance”, faixa muito mais poderosa e com mais cara de abertura. Competiria fácil com “New Born” no disco Origin of Symmetry.

Página 5 de 10« Primeira...34567...Última »
top