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Concurso Cultural da Tam Dará Ingressos Para o Show do U2 + Muse: 15 Para São Paulo e 15 (com passagem e hospedagem) Para Outros Estados

Você  sabe, né? Os ingressos para o U2 já não são mais encontrados a venda pelo site oficial. Pois é, um show com U2 e Muse juntos, no Morumbi, será sempre muito concorrido. Fica mais complicado ainda se você mora fora de São Paulo, local onde os shows se realizarão. Mas ainda há uma chance de seu sonho se realizar:

A Tam lançou um concurso cultural que premiará 15 sortudos residentes em São Paulo com um par de ingressos para a apresentação do U2 no Brasil. Se você não é de São Paulo, tem mais 15 outros ingressos para a turnê 360º, e ainda passagem de avião, hospedagem em hotel e translado. Tudo que você precisa fazer é criar uma dica bem legal no aplicativo da Tam no Facebook, arrumar uns votos e convencer os experts de que a sua dica é a melhor.

São 5 categorias: Viagem, Moda, Tecnologia, Humor e  Música. As 30 dicas mais votadas em cada categoria irão para a avaliação dos experts, onde escolherão 3 vencedores residentes em São Paulo e outros 3 dos outros estados brasileiros. Pode votar quantas vezes quiser.  O importante é estar entres os 30 primeiros de cada categoria. Mas, capriche na dica, porque o RockinPress é um dos experts que avaliarão sua idéia na categoria música. Nos convença de que a sua é a mais interessante e vá ao show do U2!

O mais legal é que o autor da melhor dica ganha uma viagem para a Irlanda, terra do U2, onde irá conhecer Dublin e a destilaria da Jamerson. Se quiser criar várias dicas, também vale. Então corre, porquê você só tem até o dia 30/03/2011 para participar. O resultado sai no dia 5 de abril na Fan Page da Tam no Facebook. Qualquer dúvida, dê uma lidinha no regulamento da promoção no ato de inscrição.


Só para dar um gostinho da turnê

Baixe e Veja os Presentes de Natal que Radiohead, Muse, Nine Inch Nails, Atlas Sound, Gorillaz, Yeasayer e Klaxons Disponibilizaram Para os Fãs

Ao que parece, o Natal é a nova forma rápida, com pouco trabalho e altamente lucrativa de se ganhar dinheiro entre bandas e gravadoras: lançando singles temáticos. Porém alguns bons meninos resolveram dar gratuitamente presentes aos seus sofridos fãs e ganharão uma ótima recompensa de Papai Noel.

O Yeasayer disponibilizou no seu site o álbum Live at Ancienne Belgique – a gravação de uma apresentação ao vivo da banda em Bruxelas. O esquema é o pague-quanto-quiser, sendo que você ainda pode escolher a qualidade do material. Ao todo, são 13 canções que você pega aqui.

Você lembra da história do Klaxons? A gravadora rejeitou suas novas canções e mandou eles de volta aos estúdios refazerem tudo. Pois é, agora eles disponibilizaram gratuitamente em seu site oficial as 5 canções produzidas por James Ford que foram descartadas. O nome do ep é Landmarks of Lunacy e você o encontra aqui.

Talvez o mais esperado tenha sido mesmo o do Gorillaz. The Fall, disco de inéditas gravado na estrada, está aberto para download aqui. O líder Damon Albarn disse durante o último show da turnê de Plastic Beach que esse seria o fim dos Gorillaz. Há boatos também de que em janeiro o Blur entra em estúdio para começar a gravar novo álbum.

Bradford Cox também não ficou atrás e resolveu lançar sua canção para o natal. “Artificial Snow” é bem bonita, cheia de instrumentos e um clima de gravação em vinil. A nova faixa do Atlas Sound vem num pacote com outros 4 takes diferentes da mesma canção. Bastante interessante. Esse você baixa aqui.

Não oficialmente, mas em forma de apoio, o Radiohead também está dando os seus presentes. Mais um dvd gravado e filmado por fãs está pronto. Dessa vez, a apresentação é rara, vista por apenas 1400 pessoas e aconteceu em janeiro deste morimbundo ano, em ajuda a Oxfarm. Você que irá baixar o dvd também pode doar clicando aqui, mas para baixar o show você deve olhar aqui.

E por fim, os presentes de Natal do Nine Inch Nails e Muse vieram em formas de vídeos. O NIN, mesmo em hiato, lançou um vídeo de “Somewhat Damaged” em seu site para streaming e o Muse colocou os vídeos de “Uprising” e “Citzen Erased“, gravados no estádio de Wembley (clique em cada música para ver os vídeos).

Resenha: Muse @ Staples Center, Los Angeles – EUA 26/09/2010

Em Setembro fui à Califórnia brincar um pouco de turista, e realizar alguns sonhos. Um deles foi ver as apresentações da The Resistance tour do Muse. Foram 3 shows incríveis dia: no dia 23 de Setembro em Anaheim (terra da Disneyland) e nos dias 25 e 26 de Setembro em Los Angeles, no Staples Center (“casa” dos Los Angeles Lakers). A cada show que eu ia, a banda se superava. A cada ingresso usado eu atualizava o meu ranking de melhores shows. E o último, o do dia 26, a banda fez uma apresentação colossal! E é esse show que vou entrar em mais detalhes…

A tour conta com um palco circular enorme, duas plataformas laterais e 3 torres, uma para cada integrante, que desciam, subiam e mostravam projeções de imagens as vezes do show, as vezes imagens aleatórias (e lindas). A torre do Dom (Dominic Howard, baterista) também tinha uma plataforma giratória para a bateria, que permite que em alguns momentos ele fique de frente para a platéia que está nas laterais e atrás do palco. Essas torres dão um efeito muito “estamos tocando no meio de obras de construção” durante o show de abertura, que ficou por conta do Passion Pit, uma das atrações do Festival Planeta Terra, criando uma ótima atmosfera de abertura para o Muse. Não teve muita variação do que foi tocado nos três shows que vi; o tracklist foi: “Make Light”, “Little Secrets”, “Live To Tell The Tale”, “Moth’s Wings”, “The Reeling” e finalizaram com “Sleepyhead” nos três shows.

Após uma introdução pouco humilde vinda de um locutor da KROQ, onde exclamava a grandiosidade do Staples Center (Los Angeles), a intro “We Are The Universe” inicia a catarse. As 3 torres estão cobertas por um tecido, nos quais são mostradas projeções de homens subindo escadas, que se alteram e a cada “andar” a imagem é diferenciada como se estivesse subindo, e descendo a escada, até que eles começam a cair e todos na platéia a gritar mais alto. Então começa “Uprising”, com a banda cheia de energia e o tecido que cobre as torres é rapidamente retirado. (Aí que aconteceu um probleminha na torre do Chris [baixista], cujo tecido ficou preso até a metade da música) A segunda música é “Resistance”, tão bem recebida quanto a anterior, e seguida pela maravilhosa “New Born”, tocada enquanto as torres se abaixam.

Matt e Chris vão para a frente do palco, e começa uma das músicas mais adoradas pelo público em qualquer show: “Supermassive Black Hole”. A próxima é “Neutron Star Collision”, que por incrível que pareça, não fez tanto sucesso, o pessoal não vibrou e nem cantou tanto, mas é boa ao vivo. Acredito que a essa altura, todos estavam esperando por “I Belong To You” (eu de dedos cruzados, pra ouvir ao vivo o Matt cantando em francês), mas eis que nosso frontman toca o hino dos EUA na guitarra, obviamente levando todos à loucura, e finalmente seguindo com Interlude + “Hysteria”, pra mostrar que não é só com The Resistance e trilha sonora que se agrada fãs norteamericanos.

“Nishe” é tocada e todos voltam para as torres, – que começam a se elevarem novamente – e a do Matt equipada com o piano: “United States of Eurasia”, uma das melhores músicas do The Resistance ao vivo, com toda a sua grandiosidade. Matt surpreende não tocando “Feeling Good“  e a trocando por “Ruled By Secrecy” (com a letra sendo mostrada nos telões mas que quase ninguém cantou/conhecia), seguida por “Bliss” – canções pouco exploradas pelo Muse nesta turnê, e que foram saboreadas lentamente com um bom vinho por quem as conhece. (Em minha opinião, tocaram essas duas por um desses dois motivos: 1, alguém perdeu o megafone que Matt usa em “Feeling Good”; ou 2, pode ser um teste de como o público norteamericano reage as músicas mais antigas… Aposto na opção 1, hein!)

Após esse presente para os fãs, Matt sai do palco e o Chris sobe na plataforma do Dom, que fica novamente girando. É hora da “Helsinki Jam”, outra das melhores ao vivo! A plataforma desce e dessa vez o Dom também vai pra frente do palco, para uma bateria que ele pode tocar de pé. Se isso já não ‘avisasse’ qual a próxima música, Matt empunha a sua keytar (uma mistura de guitarra e teclado) para mostrar “Undisclosed Desires”. Segue com “Starlight” e “Plug in Baby” pra tirar todo mundo do chão – com os já conhecidos balões enormes em formato de olho caindo na platéia. Após isso, Matt não decepcionou e nem deixou que ninguém esfriasse: “House of the Rising Sun” de introdução de luxo (com a galera toda cantando) para “Time is Running Out”, na qual Matt fica quase o tempo todo nas “plataformas laterais”. E aí “Unnatural Selection” traz o show de lasers, deixando a apresentação ainda mais visual, parecendo que o som fica cada vez mais alto e com mais “presença” na atmosfera. A banda sai do palco, deixando a platéia gritando muito, com uma energia sensacional. Os dois shows do Staples Center tiveram as platéias mais barulhentas que já participei.

Eis que o trio sobe ao palco novamente, dessa vez cada um em sua plataforma, e o Matt com o piano. “Exogenesis (Overture)” é tocada, enquanto lentamente as plataformas se elevam. É hora de fazer aquela barulheira para não deixar ninguém sair insatisfeito: Começa “Stockholm Syndrome”, que mesmo sendo “normal” tocarem, ninguém esperava pelo que veio a seguir: no final da música, foram emendados riffs diversos, totalizando quase treze minutos de riffs inacabáveis! (sim, esse mesmo momento que o Lúcio Ribeiro falou, só que visto ao vivo)

Chris pega sua gaita e manda “Man With A Harmonica”, enquanto o Matt ‘brinca’ com um holofote, iluminando diferentes pontos da platéia e corre de volta para a frente do palco para finalizar o show com a destruidora “Knights of Cydonia”. Nessa hora. você vê pessoas enlouquecidas cantando, gritando e pulando como se não houvesse amanhã, enquanto você mesmo canta, grita e pula… Jatos de fumaça são acionados ao redor o palco e os meninos se despedem. Dom exclama: “You guys rock, LA. Thank you. It’s good to see you again. Cheers! Thanks!”. É o fim de um show tão épico que até demora pra ficar triste porque acabou… Você simplesmente fica sem ação ou sem palavra por um tempinho considerável, pensando “ahn?!”.

Notas: Muse + The Edge, Young Legionnaire, Conor Orberst e Best Coast + Kid Cudi + Vampire Weekend

- Young Legionnaire, a banda do baixista do Bloc Party, Gordon Moakes , terá seu primeiro single lançado dia 16 de agosto. “Colossus/Iron Dream”, já está disponível pelo site da Holy Records.

- Lembra de “My Drive Thru”, a música da Converse com Julian Casablancas, Santigold e N.E.R.D? Então, agora a marca irá fazer um novo clipe baseado naquele, desta vez com Best Coast, Kid Cudi e o Vampire Weekend Rostam Batmanglij. Ainda não se sabe a data de lançamento, mas enquanto isso a Converse divulgou um vídeo com o Best Coast.

- Apesar do U2 ter cancelado sua participação no Glastonbury, o guitarrista The Edge compareceu ao evento para tocar uma versão de “Where The Streets Have No Name” com o Muse. Você pode conferir a apresentação outros vídeos do evento .

- Conor Orberst, do Bright Eyes, se uniu a alguns outros nomes em protesto à nova lei de imigração do Arizona. O resultado foi The Sound Strike, que lançou a música “The Coyote” e um vídeo informativo com Orberst:

Vídeos: Tokyo Police Club, The Drums, Goldfrapp e Muse

O Tokyo Police Club se prepara para lançar Champ, seu novo álbum no dia 8 de junho. O primeiro single da bolacha é “Breakneck Speed”.


“Forever and Ever Amen” é o primeiro clipe do The Drums. O debut auto-intitulado sai no dia 7 de junho.


Já o Goldfrapp lançou o bizarro clipe de “Alive”.


O novo clipe do Muse é como a música: soa como um b-side, mas vende que é uma beleza. “Neutron Star Collision (Love Is Forever)”.

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