+ Jay-Z deu uma entrevista onde afirmou que participará do novo álbum do Coldplay. Esse será o terceiro encontro entre a banda e o rapper, já que dividiram uma versão de “Lost+”, originalmente do álbum Viva La Vida, do Coldplay, e “Beach Chair” no álbum de Jay-Z.
+ O Queens Of the Stone Age entra em estúdio agora em janeiro pra gravar o sucessor de Era Vulgaris, de 2007.
+ Já o pessoal do Volver se encontra em estúdio gravando novo álbum. A cantora Gabi, do projeto Gabi Poraí, emprestou seu talento para a música “Ana”, feita sob a inspiração do conto Amor, de Clarice Lispector. O vídeo com a música e mais uma versão de “Canteiros”, do Fagner, podem ser vistos aqui.
+ O twitter oficial do Bloc Party mostrou uma foto onde toda a banda estaria reunida novamente no natal. O grupo está em hiato atualmente e seus membros trabalham em projetos paralelos. A foto pode ser vista logo abaixo:
O Coldplay não economizou na qualidade na hora de fazer seu clipe. A música se chama “Christimas Lights” e já está a venda no Itunes. Tem até covers de Elvis tocando violino!
O Coldplay confirmou que tocará no dia 1º de outubro no Rock in Rio. Acima tem o making of de “Christimas Lights”.
Uma das revelações do ano, Darwin Deez resolveu lançar logo dois clipes de uma só vez. O primeiro é esse aí de cima, da música “DNA”.
O Cidadão Instigado lançou o clipe de “Contando Estrelas”, faixa que está no álbum Uhuu, lançado ano passado. [via]
Todo mundo gostou de algo vergonhoso na adolescência/infãncia. Eu mesmo sabia a coreografia de “Everybody” dos Backstreet Boys inteira. Entre outras músicas… Agora o Móveis Coloniais de Acaju resolveram reinventar a música.
O Santa Maria da Feira, banda que orgulhosamente mostramos em primeira mão na web, lançou o quarto clipe de seu primeiro álbum. A faixa escolhida foi “Sem Nome”. [via]
Chris Martin, vocalista do Coldplay, mostrou a inédita “Wedding Bells” num show surpresa numa convenção da Apple, em São Francisco. Também apareceu a música “Most Kingz” na net esses dias. Essa seria uma canção que não entrou no álbum de Jay-Z e conta com participação do Coldplay.
A P.A.R.T.Y. desta semana começa com dois fatos, duas verdades que as festas dessa vida me ensinaram e se aplicam ao artista aqui descrito.
1) Nem só de música eletrônica, vive uma boa festa,
2) Quanto mais freak, melhor!
O “Ponha A Roupa Transparente YAY!” deste sábado é com:
Darwin Deez
#3wordsafterparty: ‘Sério, não acredito!’ (Você relutando em acreditar no talento do cara).
Precisa Ouvir: “Radar Detector”, “Constellations” e “Bad Day”.
Aonde: New York, USA.
Roupa Transparente Porque: Guitarras rápidas e animadas, batida forte e contagiante, base eletrônica simples e elegante e boas doses de palminhas e lo-fi servem de camadas pra uma voz arrastada, quase amargurada cantar seus desejos amorosos. Algo como ‘sad songs for happy people’, que realmente funciona na pista.
Tem Uma História: Até pouco tempo atrás Darwin Deez era apenas o guitarrista da Creaky Boards, aquela banda que quis processar o Coldplay por plágio, mas sua carreira musical começou aos 16 quando ele escrevia as músicas e as gravava em seu computador velho, com um microfone mediano tocando sua guitarra com quatro cordas e uma afinação secreta. Hoje, Darwin Deez, além de ser sua personalidade, é o nome de sua banda, que conta com mais 8 integrantes, que variam em diferentes shows. É também conhecido por suas danças malucas e pelo seu visual exótico, além ter uma alta estatura, seus cabelo encaracolados e a faixinha na cabeça são sua marca.
Yay: Mais de 100 mil execuções no Myspace e elogios arrancados de blogs espalhados pelo mundo fizeram dele um prato cheio pra figurar nas páginas da NME e do The Guardian. Também conta com um CD quase impossível de encontrar pela internet, mas que pode ser escutado em seu site oficial.
Mais de 30 mil pessoas reunidas debaixo de chuva na apoteose e acreditem se quiser não era carnaval, era o efeito “Life in Technicolor”. Coldplay e convidados chegaram a Apoteose no último domingo com a missão de fazer com que todo o sacrifício das pessoas ali presente valesse a pena. Para quem esperava ver um “Just a Fest II” se decepcionou e muito, mas para quem queria ver mais do mesmo saiu muito satisfeito. A banda inglesa levou para a apoteose seu “Grande” espetáculo enlatado, onde todos já sabiam como e quando as coisas iriam acontecer, porém, é claro que ninguém consegue tirar o encanto e a magia do ao vivo e a cores.
A ótima organização do evento mesmo com toda a chuva conseguiu acabar rápido com a fila que se formou do lado de fora da Sapucaí, e obrigando todos respeitarem a mesma. Em menos de uma hora todos já estavam acomodados e aguardando os shows, acomodados entre aspas, por que a segregação social nunca foi tão clara em um show. Com uma imensa e vazia pista vip, os reles mortais se matavam por um lugar melhor atrás. Os pontos negativos não ficaram por aí, a péssima montagem de som fez com que as duas primeiras apresentações fossem extremamente prejudicadas, provocando a insatisfação visível do público.
Os primeiros a subirem ao palco foram os meninos do Vanguart, super-travados e com problemas de som visíveis, os matogrossenses fizeram um show nada empolgante. Prestando muito mais atenção na técnica do que no público, o Vanguart assumiu que os espectadores eram do Coldplay e preferiu não conquistá-los. Com poucas palavras e menos animação ainda a banda não empolgou nem com “Semáforo”, suposta música “super” conhecida deles. Mas como ninguém está a se apresentar com a finalidade de ser bobo da corte, o show foi válido e podemos dizer que sim, de qualidade.
A segunda a subir ao palco foi a incrível cantora britânica Natasha Khan e seu codinome Bat for Lashes, e ao contrário dos anteriores converteu todos os pontos técnicos negativos em muita espontaneidade e simpatia com o público que a recebia. Com todos os seus ritmos extravagantes, suas batidas intensas e uma música literalmente viajante, Natasha conseguiu empolgar um público que até então desconhecia por completo suas músicas. Seu carisma e animação do palco realmente conquistaram o público, e após ter deixado as duas melhores músicas para o final “Prescilla” e “Daniel”, a cantora deixou a apoteose sob uma intesa chuva de aplausos.
Por falar em chuva, a mesma se intensificava a cada instante, levando todos a aguardarem pela atração principal sob suas capas e seus guarda-chuvas (opa, que feio, atrapalhar a visão do coleguinha). Foi sob muita água que ouviu-se o som de “Life in Technicolor” arrebatando toda a multidão a espera da banda inglesa que entrou cantando “Violet Hill” como já esperado na setlist. E na sequência para não ficar pra trás os cariocas não quiseram saber se ainda não era aniversário do vocalista e desencadearam uma sequência de “Happy Birthday to you” ao fim de “In My Place”.
A sequência foi como o já programado: imensos balões quicando sobre nossas cabeças em “Yellow”, muita emoção em “Glass of Water”, fogos de artifícos em “Fix You”, bolas de festas chacoalhando em “Strawberry Swing”; a única diferença foi que logo após “42” não houve a canção “Cemiteries of London”. Como já programado também, na sequência os britânicos se dirigiram par um palquinho à esquerda aonde apresentaram a ótima sequência “God Put a Smile Upon Your Face”, “Talk”, e “The Hardest Part” ao som do piano, completada com “Podcasts From Far Away”.
De volta ao palco principal chegou o momento que todos esperavam, todos unidos um só coro cantavam a letra mais fácil da banda: Uooooôouooooô! Era chegada “Viva la Vida” e toda sua empolgação levando o público ao delírio, seguida da também animada “Lost”. Em seguinda se dirigindo para o palco da direita, a banda fez uma pequena mudança na setlist, cantando “Shiver” no lugar de “Trouble”, seguida de “Death Will Never Conquer” e da inédita “Dom Quixote”, que já havia sido apresentada em Buenos Aires.
O primeiro bis como programado ficou por conta de “Politik”, “Lovers in Japan” e “Death And All His Friends”, com destaque para a tradicional e muito bonita chuva de borboletas em “Lovers in Japan”. Para o segundo bis a banda trouxe a emocionante “The Scientist” e as lindas pinturas de “Life in Technicolor II” e após despedirem-se ficamos ao som de “The Escapist”.
Sendo assim, o que vimos não foi o melhor show o ano, nem tão pouco uma sequência de shows que chegarão aos pés de “Just a Fest”, porém foi um espetáculo muito bonito de se ver. Sem contar que ouvir Coldplay e ao vivo, a qualquer momento é válido. Mas esperamos sinceramente que este ano traga-nos melhores shows.