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Assista o Clipe Completo de “Velha e Louca”, de Mallu Magalhães com Participação de Marcelo Camelo

Linda, jovem e sensual. A garotinha Mallu está se tornando um verdadeiro mulherão, conforme podemos ver em seu novo clipe, “Velha e Louca”, retirado do elogiadíssimo álbum Pitanga, de 2011.

O vídeo foi rodado em um terraço, em São Paulo e em um grande apartamento, contando ainda com participação da nova banda de Mallu, que inclui  Davi de Miranda Bernardo (guitarra), Thiago Consorte (baixo), Rafael de Miranda Bernardo (bateria) e Marcelo Camelo (conga e violão) – este último é  o esposo e produtor do álbum.

O clipe de “Velha e Louca” estreiou primeiramente nas salas de cinema, no início das sessões de “As aventuras de Tintim”, animação de Steven Spielberg, em dez salas de exibição no país. A direção do clipe é Paulo Gandra, da Hungry Man.

Cicero e Mohandas @ Teatro Odisséia, Rio de Janeiro 19/01/2012

foto por Eduardo Magalhães | Partybusters

Imagine o que é ouvir uma pessoa muito querida (e que raramente valoriza algo nacional) dizendo que você precisa ouvir o disco de um certo artista chamado Cícero. As insistências diárias acabaram sendo o suficiente para que, depois de uma longa viagem de nove horas, eu finalmente fosse apresentado ao som da banda sensação do momento. Os leitores do Rock in Press já estão cansados de ouvir falar da banda, que realmente comove o público de uma forma que há muito tempo não acontecia nos palcos brasileiros.

O Teatro Odisseia, uma das casas alternativas da cidade maravilhosa, é realmente um lugar interessante, apesar do calor absurdo. Talvez a proximidade com a Lapa tenha um efeito mais alucinógeno no público, que acaba entrando com força nas ideias oferecidas pelas bandas. Quem se deu bem ao aproveitar a situação foi a banda Mohandas, que com uma ousada versão de “Lotus Flower”, do Radiohead, abriu a noite. Uma feliz surpresa descobrir que a canção da banda de Thom Yorke estaria bem representada se virasse um desses clássicos do baião. Logo depois foi a vez de “Hombre Maquina”, versão de “The Man Machina”, do Kraftwerk. Mas o Mohandas não ficou apenas nas duas covers que abriram a apresentação, ainda que, apesar da empolgação de alguns integrantes, o show não tenha tido outros momentos tão brilhantes – exceto na cativante faixa homônima “Mohandas”.

foto por Eduardo Magalhães | Partybusters

Seus instrumentistas variam entre diversos instrumentos, o que acaba deixando de ser um elemento diferente e atrativo, visto que a maioria das bandas independentes anda apostando na versatilidade de seus membros, mas essa multiplicidade dos membros da banda não é nem de longe um ponto negativo. As músicas autorais são criativas, com direito a belos arranjos de vozes, mas pelo menos na apresentação no Teatro Odisseia a impressão era que faltava algum instrumento na banda. Sem explorar muito o lado artístico da apresentação, a banda preferiu concentrar esforços nos seus instrumentos ao invés de trabalhar numa performance visualmente atrativa para o público. É quase como se eles estivessem animados, mas fossem tímidos para mostrar mais deles mesmo naquele momento. Foi uma boa apresentação de uma banda promissora, mas que ainda precisa de um pouco de vitamina para preencher todos os espaços vazios em algumas canções.

É preciso admitir que não entrei no Teatro Odisseia contaminado pela febre envolvendo o ex-vocalista da banda Alice. Os comentários positivos (além da insistência da minha amiga) poderiam acabar sendo prejudiciais no final das contas, afinal criar expectativas é sempre um perigo. Cícero subiu ao palco, sentou num banquinho e começou sua apresentação. O público se espremia na frente do palco, o que lembrou bastante a devoção com que as pessoas acompanhavam as apresentações do Los Hermanos na época pré-Ventura, quando a banda havia tentado abandonar um pouco da fama conquistada com “Anna Julia” e se afastou um pouco da mídia durante a turnê do disco O Bloco do Eu Sozinho. Curioso notar que o cantor se apresenta num clima totalmente MPB, com voz e violão e os olhos fechados para manter a concentração, enquanto a banda quebra tudo. Destaque especial para a pegada brutal do baterista.

foto por Eduardo Magalhães | Partybusters

A química do violão com a distorção é realmente surpreendente. Cícero consegue misturar suavidade com uma pegada de fazer muita banda de rock repensar suas bases. O grande momento do show não foi na hora em que bossa-nova nova de “Ensaio Sobre Ela” encantou o coração dos apaixonados, não foi quando os primeiros acordes de “Tempo de Pipa” fizeram o público sambar alucinado, ou do momento em que “Açucar e Adoçante” me levou para aquele mundo semi-insconsciente que apenas algumas músicas são capazes de nos transportar, e nem mesmo quando ele tocou qualquer outra de suas belas “canções de apartamento”, um retrato tão singelo da solidão. O barato da apresentação do Cícero foi entender os motivos que fizeram essa minha amiga, tão defensora de artistas internacionais, se apaixonar pelas dissonâncias do cantor. De olhos fechados, simplesmente sentindo a música no meio daquela sauna carioca.

Independente de ser ou não unanimidade no meio alternativo, a apresentação do cantor foi o suficiente para pensar no quanto a música brasileira ainda pode oferecer para o seu público carente. Cícero ainda tem muito para mostrar, mas com apresentações simples, objetivas e sem firulas, deixa claro que pode ir muito longe e nem precisou apelar para as barbas.

Novos Clipes do Graveola e o Lixo Polifônico, Venice Under Water, Mustache Rock e Mariana Volker

Na última sexta feira, o combo mineiro Graveola e o Lixo Polifônico gravou seu primeiro DVD ao vivo, lançou oficialmente o álbum Eu Preciso de um Liquidificador e ainda colocou na roda o clipe de “Farewell Love Song”, primeiro single do recente álbum. O vídeo foi criado por Luísa Rabello, Priscila Amoni e Bernard Machado e finalizado por Maurício Rezende.

O rock forte e direto do Venice Under Water apresentou seu primeiro clipe oficial, chamado “Half Dead”. A faixa é retirada do álbum Friend, lançado pelo DoSol, mesma produtora que assina a direção do clipe. Edição, filmagem e pós-produção: Nicolas Gomes.

Após o fim da banda Unidade Imaginária, a cantora Mariana Volker começou a preparar seu primeiro álbum solo, previsto para 2012. A primeira amostra oficial é o clipe ao vivo da faixa “Eu Sinto Muito”, feito pela TocaVídeos durante a gravação do álbum da cantora nos estúdio Nas Nuvens.

“Jujuba, bananada, pipoca…”. Ninguém melhor que Marisa Monte retratava musicalmente as nostálgicas festas de criança. Ninguém antes do Mustache lançar seu novo clipe da música Aqueles Dias. A faixa pertence ao primeiro álbum do grupo campineiro, Mustache – No fio do bigode, lançado no ano passado, e o clipe relembra os bons tempos em que brincar, gritar, se sujar e comer besteiras eram os únicos objetivos de participar de uma festa de aniversário. (por Valentine Herold)

Conheça Todos os Detalhes e Ouça o Novo Álbum do Vivendo do Ócio

Nesta terça, 24 de janeiro, é a data do lançamento oficial de O Pensamento é um Imã, novo álbum da banda baiana Vivendo do Ócio. Este segundo disco de inéditas marca um amadurecimento evidente na forma de compor da banda, além da exploração sem medo de novas sonoridades, resgatando os sons regionais que tanto os influenciaram na infância sem deixar de lado o rock n’ roll firme que define a banda. As letras, em diversas faixas, citam saudade da Bahia, ruas e bairros de Salvador e outros elementos da cidade, mostrando a forte ligação da banda com sua terra natal (atualmente eles moram juntos em São Paulo).

O disco será lançado pela Vigilante (Deck) e foi produzido por Rafael Ramos e Chuck Hipolitho e masterizado por  Brian “Big Bass” Gardner (Foo Fighters, Queens of the Stone Age) em Los Angeles. Há também participação de Pitty na faixa “Nostalgia” e Dadi, dos Novos Baianos, em “O Mais Clichê”. Vale destacar também as magníficas composições “Radioatividade” e “Dois Mundos”, além do single/clipe de “Silas”. Trata-se, amigos, de um discasso.

Na página do Facebook da banda você encontra todas as músicas que fazem parte do álbum. Basta curtir a página e ouvir as canções.

O tracklist oficial de O Pensamento é um Imã  é:

1 Bomba Relógio
2 Silas
3 Tudo Que Eu Quero
4 Nostalgia
5 Dois Mundos
6 Radioatividade
7 O Mundo É Um Parque
8 Por Um Punhado de Reais
9 O Mais Clichê
10 Preciso Me Recuperar
11 Eu Gastei

 

Céu Libera Capa, Nome e Teaser do Novo Disco

A doce cantora Céu já está em preparação do seu novo e terceiro disco. A bolacha, que já tem nome de Caravana Sereia Bloom, deve chegar às lojas em fevereiro deste ano.

Ainda não sabemos quais os nomes das novas canções, mas em breve a cantora deve liberar um single inédito, que estará nesse disco. Enquanto isso, ela já liberou um breve vídeo no seu canal, mostrando detalhes do que está por vir por aí:

[via]

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