Vídeos para começar a semana muito bem. A volta do Ultrage a Rigor, o maravilho clipe/música do sensacional Júpiter Maçã, tem também os irmãos Suplicy com seu primeiro clipe, o vídeo do Bonnie Prince Billy, o a nova música do próximo álbum do Los Capesinos!, primeiro clipe do próximo álbum.
Ultrage a Rigor – Vida de Bebê
Júpiter Maça – Modern Kid
Brothers of Brazil – Samba Around the Clock
Bonnie Prince Billy – How About Thank You
Los Capesinos! – The Sea Is a Good Place to Think of the Future
A maior premiação de video clipes do planeta começou assim, como vocês viram acima, com Kayne West roubando o microfone de Taylor Swith e dizendo que o clipe da Beyoncé era o melhor. A cara da guria é impagável. Daí pra frente, Kayne foi só vaias. Depois, ele foi convidado a se retirar da premiação. Mas quem ganhou prêmios mesmo foram:
Vídeo do ano Beyoncé – “Single Ladies (Put a Ring on It)”
Lady Gaga – “Poker Face”
Eminem – “We Made You”
Kanye West – “Love Lockdown”
Britney Spears – “Womanizer”
Artista revelação Lady Gaga – “Poker Face”
Drake – “Best I Ever Had”
3OH!3 – “Don’t Trust Me”
Kid Cudi – “Day N’ Nite”
Asher Roth – “I Love College”
Melhor Vídeo de Rock
Coldplay – “Viva la Vida”
Kings of Leon – “Use Somebody” Green Day – “21 Guns”
Fall Out Boy – “I Don’t Care”
Paramore – “Decode
Clipe mais Inovador
Death Cab for Cutie – “Grapevine Fires”
Gnarls Barkley – “Who’s Gonna Save My Soul”
Cold War Kids – “I’ve Seen Enough”
Anjulie – “Boom”
Chairlift – “Evident Utensil”
Bat for Lashes – “Daniel”
Major Lazer – “Hold the Line”
Passion Pit – “The Reeling” Matt & Kim – “Lessons Learned”
Yeah Yeah Yeahs – “Heads Will Roll”
Melhor Vídeo que Deveria Ter Levado o Astronauta Prateado
U2 – “Where the Streets Have No Name”
Dr. Dre – “Nuthin’ But a ‘G’ Thang” Beastie Boys – “Sabotage”
Björk – “Human Behavior”
Radiohead – “Karma Police”
George Michael – “Freedom”
Foo Fighters – “Everlong”
Tom Petty and the Heartbreakers – “Into the Great Wide open”
OK Go – “Here It Goes Again”
David Lee Roth – “California Girls”
Para ver os outros vencedores da noite, como melhor direção e melhor vídeo feminino e masculino, além do bônus, com a apresentação apoteótica do Muse na premiação, clique aqui: (mais…)
É, eu, como um perfeccionista chato e neurótico, resolvi mudar mais alguns detalhes no blog, para dar aquela cara bonita ao nosso informativo musical atualizado diariamente.
Na parte de cima, ganhamos um menu de verdade, bem arrumado e de fácil acesso. Tudo que você precisa está ali, e isso me custou a edição de mais de 600 posts dos já quase 1000 publicados em nosso blog. Acredito que o trabalho valeu a pena.
Na lateral, voltamos com nossos destaques, velhos conhecidos da versão anterior do blog. Na verdade, era para ele estar ali desde o início, mas a falta de tempo, e o plano original que falhou, atrapalharam a volta dos Destaques para a nossa barra lateral.
Audições já está atualizada. Uma pequena demora, mas que está de volta. Lembrando que já ouvimos mais de 300 álbuns só este ano. Um bom número, não?
Nosso menu de links irá crescer infinitamente. Quem nos adicionar em seus blogs ou sites, ganha um link aqui. Rápido e fácil. E assim, você vai conhecer blogs diferentes e se informar sobre várias coisas que a internet tem de melhor.
Nova enquete no ar! E aí, Maquinária ou Planeta Terra? Eu já votei… Vote aí do lado. A anterior foi: “O Que Você Achou do Novo Layout do Blog?” E o resultado: Gostei: 83%; Não Fez diferença: 10% e Ruim: 3%!
E só, por enquanto. Acho que agora eu paro de modificar o blog à toa…
Agora sim, chegamos ao final, conforme prometido, da resenha do tão esperado álbum do Muse, The Resistance, na opinião ‘fanzistica’ de 2tdias e na realista de Marcos Xi. Foi difícil, pois é uma banda de consenso geral no nosso blog, mas devemos ser justos e falar boas verdade para quem merece. Caso você não concorde com algo, se pronuncie, quem sabe você não é ouvido? Ou não…
Falar de Muse hoje em dia é tão normal quanto o Nx Zero ganhar algum prêmio ridículo na música brasileira. O difícil é mesmo é falar mal deles. A banda é dotada de um perfeccionismo musical espantoso e uma escala de qualidade musical mais inclinada que o monte Everest. E semana que vem chega às lojas o mais esperado álbum da discografia da banda.
The Resistance é uma bolacha confusa, priorizando os gostos de Matthew Bellamy, vocalista, e engaveta a força das músicas que a banda vinha pregando nos últimos álbuns. O foco maior nessa bolacha são os arranjos orquestrais, e deixa de lado os riffs cantáveis que tanto marcam o som do trio. O timbre das músicas está mais dark, mais denso, sem deixar de ter animação. O grande problema, é que o Muse não sabe se engloba mais algumas influências épicas, volta ao passado pesado ou se entra numa onda de Chris Cornell no Pop e arrebata de vez os fãs de Twilight.
Muse e a ambiciosa missão de melhorar eles mesmos. Fail.
Uma outra questão que vem assolando o Muse nos últimos discos, é a semelhança de algumas músicas com outras mais antigas deles mesmos ou então de outros artistas. Começando por “Uprising”, faixa que abre o disco, a primeira coisa que remete é essa música do Marilyn Manson, mas se pesquisar bem, você encontrará uma assombrosa semelhança com essa música da Christina Aguilera. Tenso não? Além de claro, a já conhecida super semelhança de “United States Of Eurásia” com Queen, que vai muito além do coro, e engloba outras influências como guitarra e piano. Bohemia Rhapsodia ainda vive.
Dois momentos que remetem a era do disco Origin of Symmetry são as boas “Unnatural Selection” e “MK Ultra”, que são algo entre “Citzen Erased” e “New Born”, mas mostram um grande problema no álbum: Dominic Howard, baterista, está muito apagado e não fazendo nem metade do show que deu em Black Holes and Revelations. E cá entre nós, o sampler de “hey” em “Unnatural Selection” está bem ultrapassado, não?
Unnatural Selection (Live)
A parte pop da empreitada vem por conta de “I Belong To You”, e sua levada mais “Feeling Good”, só que bem mais pop. Baixo swingado, quebras de tempo e refrão colante, torna a música uma das melhores da bolacha, mas fica um pouco repetitiva quando entra numa onda “We’re the Champions” e coloca Matt no piano em mais um momento de lamentação desnecessária, numa musica tão divertida quanto começou. Outra mais pop do que tudo é “Undisclosed Desires”, que é algo tipo Andrew Bird produzido por Timbaland. Slaps nervosos hipnotizam nesse refrão, mas é uma música tão fora do som do Muse, que nós acabamos ficando com a impressão de ser uma música para os fãs de Twilight.
Com a bateria e a guitarra mau explorados, a bolacha tem seu ponto final no tão aguardado ‘monstro sinfônico‘. Podemos afirmar com muita facilidade que Matt se entregou total a essa música, colocando tudo o que sabe de orquestração e piano, resultado: um produto sem refrão ou ponto de referência que mais soa como Matthew Bellamy fritando no piano ao som de uma banda e uma orquestra sinfônica.
Resistence (Live)
Se em alguns momentos o Muse parece soar mais perdido e confuso, e em outros parece uma banda de Metal Medieval, isso nós lamentamos, mas excelentes músicas como “Resistance” e “Guiding Light” ainda salvam o disco de ser uma decepção montada pelo próprio mentor. A grande questão agora é saber se o Muse volta um dia a ser uma banda de rock , com suas guitarras ‘extraterrestres’, ou decide de vez se focar em viagens orquestrais e solos de piano em todas as músicas.
O Festival Maquinaria confirma seu peso e coloca para o dia 7 de novembro, além de Faith No More, Jane’s Addiction e Deftones, o Sepultura e Angra para dentro da Chácara do Jockey. Já no dia seguinte, quem sobe ao palco é Duff Mckagan’s Loaded, projeto paralelo do ex-baxista do Guns n’ Roses e atualmente no Velvet Revolver, e o anteriormente confirmado, Evanescence.
Rapidinhas:
- Nick Cave anunciou que seu projeto paralelo, o Grinderman, já tem o segundo álbum pronto e que provavelmente a bolacha sairá no ano que vem.
- Já o Weezer anunciou o nome de seu próximo álbum: Raditude saíra dia 27 de outubro. A capa será essa, e convenhamos, melhor capa do ano.
- Pulando a briga ridícula de Courtney Love + Ex’s-Nivana + Activision, no mesmo link você fica sabendo o tracklist da reedição de Bleach, primeiro álbum do Nirvana, em 89. O lançamento será no dia 2 de novembro e contará com um segundo cd contendo o show Live at Pine Street Theatre.
- O Jumbo Elektro fez no fatídico 11 de setembro o ‘lançamento mundial’ do sugestivo álbum Terrorist!?? The Last Album… A bolacha está para download em diversas formas e formatos aqui. Aproveite e compre o álbum, pois a bolacha é de primeira linha.
Essa cafoníssima capa ilustra o novo álbum do Morrissey.
A bolacha se chama Swords, e é uma coletânea de b-sides da carreira solo do cantor, que como todos sabem, ficou conhecido como vocalista do The Smiths, nos anos 80.
A bolacha tem 18 faixas, e será lançada nos formatos físico e vinil duplo. A data de lançamento aponta para o dia 26 de outubro, vulgo meu aniversário e data de lançamento do Cosmic Egg, novo álbum do Wolfmother, mas isso não tem nada haver com o Morrissey. E se forem me dar de presente, prefiro o Wolfmother, tá?
A coletânea só engloba faixas dos últimos três álbuns do cantor e as primeiras cópias da versão vinil virá com um cd extra contendo 8 músicas de uma apresentação do Morrisseyem Varsóvia, Polônia, em 2008.
O tracklist completo de Swords é:
“Good Looking Man About Town”
“Don’t Make Fun of Daddy’s Voice”
“If You Don’t Like Me, Don’t Look at Me”
“Ganglord”
“My Dearest Love”
“The Never-Played Symphonies”
“Sweetie-Pie”
“Christian Dior”
“Shame Is the Name”
“Munich Air Disaster 1958″
“I Knew I Was Next”
“It’s Hard to Walk Tall When You’re Small”
“Teenage Dad on His Estate”
“Children in Pieces”
“Friday Mourning”
“My Life Is a Succession of People Saying Goodbye”