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Baixe agora ‘Toy Sambition’, Tributo do Rock in Press ao Joy Division

Recentemente, a morte de Ian Curtis completou 30 anos. Imagine três décadas sem um dos maiores ídolos da história da música. Pensando nisso, resolvemos criar um pequeno ‘tributo’ a essa banda tão icônica das guitarras atuais.

A grande questão é: como tornar isso o mais brasileiro o possível? Resolvemos mostrar em um único take, toda a devoção as guitarras pulsantes que um dia criaram pérolas como “Atmosphere” e gravar tudo em voz e cavaquinho. Sim, cavaquinho. Os erros, bem, aquela letra que sai passando longe e a outra desafinada, fazem parte de todo o charme que envolve os 8 minutos do tributinho.

As três canções foram gravadas na primeira hora de hoje, 24 de maio. O legado de Marcos Xi como músico inclui diversos sucessos em seu bairro e as meninas do colégio, e para não desmerecer a banda homenageada, foi decidido que ele usará um pseudônimo, Xi-Tos, nesse ep promocional.

Tracklist:

1- Alô (Transmission)
2- Na Teia do Amor (Love Will Tear Us Apart)
3- Ctrl (She’s Lost Control)

O Ep ainda tem capinha, release e foto de divulgação, para caso você queira espalhar por aí.

DOWNLOAD AQUI

*Isso existe, mas não é sério. Baixem e sambem.

A Banda de Joseph Tourton: Download de Bootleg Exclusivo

foto por Flora Pimentel

A Mostra Instrumental Contemporânea foi um gás refinado na cena carioca. Organizado pelo sempre brilhante coletivo Coquetel Molotov, trouxe uns garotos cheios de instrumentos e equipamentos complicados de manusear, que não por acaso, foram a única banda a ouvir a platéia pedir bis naquela noite onde Guizado encerraria as apresentações.

A Banda de Joseph Tourton é formada por quatro jovens pálidos de Pernambuco, que quando empunham suas guitarras, flautas e teclados, mostram a maturidade aliada a um som hipnotizante, o mesmo proposto na apresentação impecável para um público perplexo no teatro Nelson Gonçalves. Essa impressionante apresentação foi disponibilizada ao nosso site e agora é repassada exclusivamente aos nossos leitores, num simples convite para apreciar uns bons 40 minutos de música. Lá se encontra todo o primeiro EP da banda e mais inéditas, como “Aquaplanagem”, numa prévia de luxo do novo álbum que a banda está a produzir.

A apresentação completa, que foi vista por Bruno Nadal (URBe), Lívio Vilela (Bloody Pop), César Márcio (Indienation), Túlio e Otaner (La Cumbuca), e claro, Marcos Xi (Rock in Press), você baixa logo abaixo:

DOWNLOAD


A banda tocando no festival

Holger: Download Exclusivo de Músicas Inéditas

Depois de basicamente destruírem com sua apresentação incendiária o Indie Rock Festival, no Rio, e o Bar do Zé, em Campinas, os meninos do Holger mandam seu novo recado.

A banda abandonou a idéia de um novo ep e vai direto ‘pros finalmente’: Um álbum completo. Sim, ano que vem nós veremos o primeiro LP do Ursão, repleto de músicas inéditas e muitos shows pela frente. Para essa nova empreitada, já estão prontas 8 novas canções e mais algumas estão sendo preparadas.

Agora, nós trazemos com exclusividade todas as demos gravadas até agora pela banda para a nova empreitada – com capinha e tudo! São 2 novas canções em versão demo gravadas em estúdio pela banda e mais uma Ao Vivo no Bar do Zé, em Campinas. Aproveite e divulgue para os amigos!

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O tracklist:
“She Dances”
“Who Knows”
“Toothless Turtles (live in Campinas)”

Download Aqui

Update: Por motivos logísticos, tivemos que reduzir o número de faixas da bolachinha.

Resenha: Beirut @ Perc Pan Oi Casa Grande – RJ 09/09/09

imagemFoto por Gabrielle SB.

Nos últimos dias, só o que se tem comentado nas rodas indies é a primeira turnê brasileira do Beirut. Uma turnê que começou conturbada em Salvador e agora seguiu para o Rio, numa intimista apresentação em um teatro mais do que abarrotado, e repleto de pessoas de todos os tipos e gostos, idades e tamanhos, com o único objetivo de apreciar a banda que praticamente acabou de nascer para os brasileiros.

Zach Condon, vocalista e homem de frente da banda, estava visivelmente muito animado – talvez por culpa de umas bebidas a mais, como já está conhecido – e falador. O músico intercalava seu singelo português até então ‘entendível’ com um inglês corrido e muitas vezes incompreendido pelos expectadores. Os músicos que o acompanhavam, em alguns momentos, chegavam a ofuscar o jovem noivo de 23 anos, principalmente Jason, tecladista e trompetista, que assumia os vocais em gritos mais altos onde a voz cansada de toda uma apresentação e turnês que Zach faz/fez não conseguiam mais chegar. Voz que falhava, letra que errava, nada que não fosse uma grande diversão e lotado de sorrisos vindos da banda.


Música que abriu o show: Nantes (Crédito do vídeo: Felipe Pasarelli)

O set list escolhido foi um simpático apanhado pela discografia da banda, que ainda nos deixou órfãos de algumas músicas sensacionais como “East Harlem”, e um foco maior no recém lançado EP duplo, chamado March Of The Zapotec / Realpeople Holland. Claro que a tão esperada da noite, “Elephant Gun”, que é a canção que trouxe o grupo ao conhecimento do público brasileiro, foi tocada e cantada em uníssono, e outras grandes músicas foram executadas, como “Nantes”, “Postcards From Italy” e “A Sunday Smile”. Teve espaço também para a bela versão em inglês de “Brazil”, que em seu formato original é reconhecida pela voz de Gal Costa, e uma palhinha à capela de “Leãozinho”, de Caetano Veloso. Zach estava se sentindo em casa, definitivamente.

O público se esforçou para cantar as músicas, mas ainda faltou algo além das palminhas em cada introdução de música. Pouco se viu do público cantando, em alguns momentos só refrão, outras só primeiras frases das músicas. Mas em compensação houve muita animação, gritos histéricos de arrancar risadas e conversas com os músicos, por parte do público. O som foi um caso a parte. Apesar de uns momentos que a voz estava muito alta ou uma ou outra microfonia, a qualidade do som foi surpreendente, além da casa ser muito bonita e aconchegante. Pena que quem pagou mais caro ou barato para ficar em alguma posição, não ajudou em nada, o corredor ficou livre para trânsito e deu para chegar a vários locais do público e mais perto do palco com facilidade. Aliás, os bancos só serviram para ocupar espaço: Todos de pé, do início ao fim da apresentação.


A mais esperada: Elephant Gun (Crédito do vídeo: Felipe Pasarelli)

Acredito que tentar resumir a beleza do show será um tanto inútil. Aquele arrepio quando se escuta os primeiros acordes de “Gulag Orkestar”, ou gritar pro Zach parar de beber foram sensacionais. A precisão que cada vez que os trompetes de Jason e Zach tocavam, sem mesmo precisar de microfone, espantava tanto quanto é real aquela voz de barítono e aquela carinha de garotinho que o senhor Condon tem. Ao final, um saldo de treze músicas, mais duas de dois bis e ainda uma a mais a pedido dos próprios músicos, plenamente satisfeitos pela grande apresentação da noite.

Entre brincadeiras de Zach, como um grito dele mesmo por ‘Toca Raul’, ou ‘cavaquinho’, essa foi uma bela e sincera apresentação, que, somada a bela recepção por parte do público, define que o lugar do Beirut é o Brasil. Povo que acolheu o som do grupo tão rápido quanto a passagem dos capítulos da mini-série Capitu, e que deve fazer a trupe de Zach Condon voltar o quanto antes as terras tupiniquins. (mais…)

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