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Entrevista: Manacá responde as perguntas dos fãs – Parte 2

Conforme prometido e agora cumprido, vai ao ar o restante das perguntas aos fãs.

E já vou adiantando, o senhor Luíz César Pintoni (a mãe dele tem Spera de sobrenome, mas o escrivão aconselhou ela não por esse sobrenome…) vai dar uma de blogueiro. O guitarrista do Manacá vai fazer uma matéria sobre uma banda que adora e irá ao ar ainda esta semana, encerrando nosso querido e frutífero especial.

Eu gostaria de saber quais covers a banda mais curte fazer? (Jacqueline Mendes)

César : Gostamos de tocar o Canto de Ossanha de Baden powell e Vinicius de Moraes e Lua Branca de Chiquinha Gonzaga.Já tocamos Tinindo Trincando do Novos Baianos ta,bém.

Qual seria a principal influência brasileira pra banda? (Jacqueline Mendes)
César : Dificil escolher uma, até porque muitas de nossas influências não vem necessariamente de grupos musicais, muitas vezes elas surgem de movimentos, festas folclóricas como a congada, reisado e do populário em geral…mas poderia citar Novos Baianos, Quinteto Armorial e Cordel do Fogo Encantado.

Sou do Recife e gostaria de saber se a banda tem planos de vir para o Nordeste. (Tiago Pereira, por comentário e Maíra Araújo, por email)
César : Mas é claro, já tocamos em Natal – RN no Festival Mada, no entanto ainda não tivemos a oportunidade de ir ao Recife.
Quem sabe no Abril pro Rock…

Qual a relação de vocês com os fãs? (Yasmin)
César : Todos nós buscamos ser muito atenciosos e dar o maior feedback possível aos fãs. Às vezes é difícil, porque em dezembro, por exemplo, temos tido uns 80 emails no site por dia, além de mensagens no myspace, email pessoal, orkut…é uma loucura! Mas a gente sempre tenta dar a maior atenção possível.

Diga um presente que tenha ganhado de um fã (Yasmin)
César : Bom, no show do CCBB ganhei uma bela camisa de presenta da Isa, e a Lê ganhou um kit do Boticário muito chique também, rs.

Entrevista: Manacá responde as perguntas dos fãs

Luiz César do Manacá e Eugene Hutz do Gogol Bordello… A noite estava boa…

E lá vai mais um pedaço do nosso querido especial. Parte 1.

Conforme combinado, a banda responde as perguntas que você deixou aqui, mas essa é só a primeira parte. a outra entra amanhã! Como Letícia está num trabalho de “quase mãe” ela não poderá responder as questões. (Alias, o chá de bebê dela é domingo agora!)

Alias… Alguém tem alguma sugestão de nome pro bebê (será menino) de Letícia? Ela já tá com 8 meses e ainda não tem nome…

Antes de entrar no palco,vocês ficam nervosos? (Marina Araújo)
César: Bom,eu particularmente não.Acredito que ninguém da banda também…rola alguma ansiedade e tudo mais que é natural.No caso de algum programa de tv como foi o Altas Horas eu senti o pessoal um pouquinho mais “tenso” mas nada fora do comum.

Como vocês se conheceram e como surgiu a idéia de montar uma banda? (Rafael)
César : Eu conheci a Leticia através de um amigo em comum.Após algum tempo convivendo juntos tivemos a vontade de montar um trabalho autoral.Ela conhecia o Baiano desde a adolescência e eu estudei com o Wally desde a terceira série primária.A partir dai começamos a caminhada…

Manacá E Mário Caldato Jr, Produtor do álbum

O que significa Manacá e o por que de usar esse nome? (Rafael)
César : Manacá é uma flor,o seu nome foi retirado de um livro de Ariano Suassuna “Romance da Pedra do Reino” e é uma referência aos movimentos sebastiniastas relatados no próprio.Diz a lenda que era preparado um chá de Manacá que tem propriedade alucinógena para se evocar Dom Sebastião.

Quais os artistas/bandas que vocês gostam ou que influenciaram vocês de alguma forma? (Rafael)
César : Nossa,são tantos…muita musica do leste europeu,musica folclórica,cantadores etc…além das mais populares como Novos Baianos,Cordel do Fogo Encantado,Clube da Esquina até Beirut,Queens of the Stone Age,Gogol Bordello e por ai vai…

Pretendem gravar músicas novas ou já gravadas, em língua estrangeira? (Vinícios A. F. Barros)
César: A principio não,mas eu sempre brinco com a Letícia de que “Diabo” devia ter uma versão em espanhol… El diablo me mordió..laiá laiá. rs

Pretendem usar mais do folclore brasileiro para compor suas músicas? (Vinícios A. F. Barros)
César : Cade vez mais…e acredito que a medida que formos tendo recursos,tanto financeiros quanto a disponibilidade para só fazermos isso vamos nos embrenhar cada vez mais não só no folclore brasileiro como de diversas partes do mundo.Eu por exemplo penso seriamente em passar uns meses estudando música no leste europeu,coisas como balalika e cymbalaus etc…

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E para vocês que acham que eles não olham os recados de vocês, olha aí o que o César mandou:

“E aí Manacás queridos!
Muito obrigado pelo apoio e carinho, espero estar podendo responder todas as curiosidades na medida do possivel!
Beijo para todos!
César”

Não percam amanhã o final das perguntas dos fãs! Se você tem uma, de repente até dá pra por aqui…

Entrevista: Letícia Persiles, Vocalista do Manacá

- Toc Toc! Com licença, pode entrar?
- Olá! tudo bom?

E nessa simplicidade e amizade que entramos no camarim do Manacá no último dia 7 no CCBB para conversar com Letícia Persiles, vocalista e a Capitu na minisérie da globo com o mesmo nome.
Num triângulo de 2 metros por 2 ou algo assim, mais 3 amigos meus, 2 fãs, um banheiro, 4 amigos pessoais de Letícii, a banda entrando e saindo, a mãe de Letícia e nossa querida vocalista e atríz passando hidratante na pele… O que aconteceu? Somente 30 minutos de papo, tendo só 20 com um amigo de infância de Letícia que contou podres dele e o porque agora ele se tornou o Wolverine (?).
E todo esse clima só resultou em uma coisa. Senhoras e senhores: Letícia Persiles do Manacá.

Letícia vestida com a roupa de Capitu no show

O que houve com “Meu Amor”?
O “Meu Amor” é uma música que entrou naquele cd demo (cd lanaçado em 2007 para divulgação da banda, já esgotado), mas não entra mais no repertório porque essa música o César (guitarrista) fez a muito tempo atrás antes do Manacá existir, então ele trouxe e acoplou essa música no repertório. Quando a gente começou a fundamentar melhor o conceito da banda e tudo mais ela ficou perdida e fora do conceito. Não faz muito sentido, ela é diferente de tudo.

Vocês tocaram uma outra música no show, ela vai sair em Capitu?
A penúltima música é Lua Branca de Chiquinha Gonzaga.

E ela vai entrar no cd? Ou só pra no ao vivo?
Não… A gente não gravou. A gente teve essa idéia agora a pouco tempo. “Vamos tocar a Lua Branca?” aí ficou!

(durante a semana, estive conversando com César e a banda esteve em estúdio ensaiando quinta)

Então vocês estão tocando 2 covers?
A gente toca Canto de Ossanha de Baden (Powell) e Vinícius (de Morais) e a Lua Branca de Chiquinha Gonzaga.

Manacá em ação no CCBB – Rio de Janeiro

E quais músicas vão entrar em Capitu?
Eu não sei as músicas que o Luiz (diretor da mini-série) tá botando na trilha sonora. Na chamada tem Diabo e Desejado e eu acho que vai ter Lamento também.

É engraçado como as coisas estão se encaixando. A minisérie, as músicas… Caiu numa época bem louca, acabaram de gravar o cd e chamaram para gravar a série. Você pretende gravar alguma outra coisa? Uma outra série ou uma novela? Tá pensando em gravar? E malhação???
Não, não tem nada. Não sei, se quer me convidar é? (risos) Olha, ninguém me convidou não, mas a probabilidade de gravar Malhação é zero! (o elenco da eterna série já foi definido para a próxima temporada, por isso que ela não vai)

Com o lançamento da série, o cd já deve estar saindo? Já tem single, clipe do novo álbum ou capa?
Nada ainda, mas acho que já deve sair.

(Nesse instante entra um amigo de Letícia chamado Jackson, vulgo Wolverine, que contou histórias e momentos pessoais que não podem entrar aqui por causa do horário e censura…)
(No meio do amigo falando, entra Michel Melamed, que tocou junto com a banda no show, pessoas da banda, roadie, músicos convidados, isso tudo naquele mesmo cubiculo. Num revezamento de entra e sai emocionante. Pena que não tinha ar condicionado…)
(O Wolverine se despede, e parabeniza pelo novo filho… Letícia diz que é um menino e que ainda não tem nome, Wolverine sujere Matheus e Letícia anota, ela está grávida de 8 meses.)

calango-2Resgatando uma foto de Letícia lá no festival Calango de setembro de 2007

Eu estive acompanhando o show da cantora Mallu Magalhães no Morro da Urca esses dias, ela teve o mesmo produtor que vocês (no cd) que foi o Mário Caldato Jr. e a diferença entre os cds é que com ela perdeu a simplicidade e com vocês ganhou-se em detalhes. Qual foi a maior influencia que ele (o Mário) colocou no álbum de vocês?
Nenhuma. O Mário é superlegal nesse sentido, se a banda está daquele jeito, ele vai gravar daquele jeito.

E a entrada do acordeon, da rabeca?
Foi um pedido nosso, um pedido da banda. Quando a gente entrou (na gravadora) a gente pediu “olha quando for gravar, queremos um acordeon, uma rabeca e um cello” porque a gente sempre quis, mas nunca tivemos dinheiro para pagar na gravação. No show a gente paga o cachê deles com o dinheiro do show, mas pra gravar não tinhamos como pagar a diária de gravação e ninguém reclamou, todo mundo achou legal, o Mário adorou.
O Mário nem sabia o que é uma rabeca! “Ruabéca”. O Mário tem um sotaque fortão! Ele enrola a lingua! Por incrível que pareça, ele é brasileiro, mas ele viveu fora a vida inteira. Ai voltou agora, parece que voltou ontem, só que ele fala com um sotaque muito engraçado, aí ele fala “Ruabéca?”

Não deixe de acompanhar o especial Manacá! durante essa quinzena, fique ligado no blog que tem muito mais ainda!

E aproveitando, deixe uma pergunta para a banda que ela responderá aqui mesmo, no blog! Fale qualquer dúvida ou curiosidade que a próxima entrevista será feita com essas perguntas! Mas ande logo! Poste aqui, ou mande por email para rockinpress@yahoo.com.br !

Entrevista: Kadu Abecassis, guitarrista da Mallu Magalhães

Bom, que ele já é um guitar hero brasileiro, isso nós já sabemos, agora, que ele era tão simpático e atencioso, isso já é novidade!

Kadu Abecassis é a última surpresa que seu blog trás na semana especial Mallu Magalhães. Ele que é guitarrista da banda da cantora e também da banda Pete Hassle and Something Blue, conversou com seu amigo blogueiro e deu pistas sobre novidades e curiosidades que vocês amarão ler nessas linhas.

O agrado foi ele ter lembrado do autor deste blog, pedindo a música Girasóis no último show carioca da banda e se disse “super emocionado” com o pedido.

E aproveitando a barca, a cantora mirim favorita dessas linhas citou o seu blog amigo no seu twitter (pra ser sincero, nem sabia que ela tinha twitter). Você pode ler aqui.

Sem mais acréscimos, fique aqui com a simpatia de Kadu.

Como conheceu a Mallu? Já havia conhecido ela antes dela entrar no estúdio e mostrar as músicas?

R: Ela apareceu como cliente no Lúcia no Céu, estúdio do Jorge [Moreira, baterista] – somos parceiros de produção. Ele me ligou na tarde da primeira sessão dela dizendo pra eu correr pra lá, que tinha uma menina fazendo um baita som e que deveriamos produzi-la. Naquela tarde eu não podia. Apareci dois dias depois, como amigo, e ele me mostrou a gravação, já com baixo e washboard feitos por ele. Quando “Tchubaruba” chegou ao fim, tudo o que consegui dizer foi pra ele colocar dois microfones no piano – fiquei realmente emocionado. Levei a idéia do solo de guitarra pra casa, resolvi não gravar pra não interferir demais sem a autorização da cantora/compositora, a quem eu ainda não conhecia. Apareci na sessão seguinte, me apresentei, mostrei a gravação com piano e mostrei o solo no violão. Lembro então do primeiro sorriso da Mallu que eu vi, ela dizendo: “Grava! Grava!”. E ali fechamos o trio que fez as quatro músicas iniciais do Myspace dela – Tchubaruba, Have You Ever, Get to Denmark e Don´t You Look Back, essa última gravada nos estúdios Trama para o quadro “12 horas no Estúdio”, do programa de TV daquela gravadora.

(Kadu esqueceu de citar J1, o blog procurou o guitarrista, mas até o fechamento da matéria ele ainda não vinha se pronunciado)

Você participa das composições ou só dos arranjos?

R: Semana passada eu interferi pela primeira vez em uma composição da Mallu, inserindo uma parte B.


Sim, o blog perguntou sobre essa imagem…

As roupas dos shows, foram vocês quem combinaram, alguém deu a idéia?

R: Quando é uniforme, é idéia da Mallu. Mas a identidade visual básica aconteceu naturalmente: lenço no pescoço, predominância de camisas ao invés de camisetas, chapéus… Tudo isso é típico do folk.

Você e a banda chegaram a desenvolver ou tiveram um projeto com Hélio Flanders e o Vanguart ou o Marcelo Camelo?

R: Não… Fizemos um programa na MTV com o Vanguart, o “Código MTV”, com dois palcos e toda aquela coisa Jools Holland, guardadas as devidas proporções. Fora isso, Hélio subiu ao nosso palco uma vez pra tocar “Lost Highway”, do Leon Payne e que ficou famosa com Hank Williams. Marcelo subiu no mesmo palco que a banda pela segunda vez no Morro da Urca, semana passada, ambas as vezes pra fazer duas músicas com a Mallu (“Morena” e “Janta”), e uma com todos (na primeira “O preço da flor”, na mais recente “Faz”).

Até que ponto o sucesso da Mallu influi na sua vida pessoal?

R: Parei de procurar emprego, agora ela é meu chefe (melhor que todos os outros que tive somados).

Existe alguma gravação de Girasóis que possa mostrar e porque ela não entrou no cd?

R: Fizemos uma versão beta ainda com Rodrigo Alencar (quem ocupa a vaga dos teclados atualmente é André Lima, também entrevistado por essas linhas), terminamos por não finalizá-la (demorei…). Não sou autorizado a dizer, mas existem boas previsões sobre essa música ser lançada, e em breve.

Além de Girasóis, você tem mais algumas canções próprias? Pretende gravar um cd ou passa-las para uma voz que as abrace?

R: Estou há muito sem escrever canções, acho que junto com a adolescência eu perdi algo mágico. Por outro lado, me tornei melhor instrumentista… Girassóis é uma das únicas canções minhas que valem a pena, e as outras que valem eu escrevi com menos de 18 anos. Faço harmonias e melodias, mas não pretendo gravar um disco instrumental.


Girasóis no Mistura Fina (RJ) dia 26/06/2008

Como começou essa paixão pela guitarra?

R: Aos 11 anos eu encontrei um disco dos Beatles, “The Beatles Again”, na escadaria do prédio onde eu morava em Santos-SP. Coloquei-o na vitrola, meu pai ouviu e disse: “Tenho mais alguns dessa banda”. Entre eles estavam Sgt. Peppers, Revolver, Abbey Road… Isso devia ser março de 1992, e ali eu pensei que era isso que eu queria pra minha vida – emocionar as pessoas com a música. Em maio daquele ano, meu aniversário de 12 anos, ganhei meu primeiro violão. Daí pra frente eu só penso em tocar.

O que você gosta de fazer para se sentir inspirado e como sai suas músicas e seus solos?

R: Sua pergunta me fez lembrar de uma frase que tinha pendurada na parede da academia de judô, na minha pré-adolescência (larguei o judô na faixa azul, uma depois da branca, aos 11 ou 12 anos). “O judoca luta pra se aperfeiçoar, e não se aperfeiçoa para lutar”. Tocar é que me inspira!

O Pete Hassle and Something Blue está parado? volta?

R: Estamos gravando a passos de formiga o segundo disco, pois a carreira com a Mallu tem nos ocupado bastante – especialmente nos fins de semana, que é quando o Pete tem disponibilidade de horário. Estamos lentos, não parados.
(O blog agradece ao amigo leitor por se interessar pelo especial Mallu Magalhães. Espero que tenha gostado!
Semana que vem tem a lenda da Democracia Chinesa. Aguarde!)

Entrevista: Mallu Magalhães

Partindo como uma brincadeira, e somente 2 minutos para a conversa, o que era pra ser uma entrevista acabou num bate papo. Mallu Magalhães falou ao blog logo após o seu show no Morro da Urca, no último dia 22.

A simpatia contagiante de Mallu surpreendeu até o autor, que foi recebido com um largo sorriso, um forte abraço e os dizeres “Opa! Eu te vi! Esse cara cantou todas as minhas músicas! Ê! Ê! Alegria! Ê!”. O show, que teve um público um tanto apático, não foi de todo agrado da menina prodígio, que admitiu te-lo achado meio “hostil”, no bate-papo com essas linhas.

Uma informação que chegou até mim, vinda do fotógrafo da Vivo, dizia que o show estará no ar nesta segunda feira (24/11) numa página especial da operadora de celular, com fotos e o dito show. Estamos aguardando para ver o público festejar e aplaudir Mallu, e claro, a participação surpresa de Marcelo Camelo, agora oficialmente namorado da cantora.


Vídeo de Morena, música dos Los Hermanos, cantada com Marcelo Camelo no show deste sábado.

Sem mais delongas e atrasos, o prato principal da casa está servido.

Como está a sua vida de agora não poder ficar mais sozinha na sua, mais tranquila, com todo mundo querendo ver suas fotos, se está namorando, o que tá fazendo?

Comigo não tem essa parada de celebridade não, o pessoal acha que eu sou mas eu não sou louca! Eu sou uma pessoa mais tranquila, vou deixar rolando as coisas ao longo da vida.

E o show, tá mais profissional…

É, é, eu acho que está mais profissional, hoje foi meio hostil assim… Mas foi gostoso!


Vídeo da música inédita “Faz”, ainda com Camelo no palco

E foi menos pessoas que você está acostumada, não?

É… Mais você já foi em outro?

Vamos dizer que eu já vi pelo Youtube.

Tenta ir nos próximos, vão estar bem melhores!

Eu baixei o seu cd, você é contra ou a favor?

Nada! Só ouvindo o cd está ótimo!

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Leia aqui a Resenha do Show no Morro da Urca

Aproveite para ler as peripécias do seu autor para assistir esse show na parte Blog do site

Você já pode ler a resenha do álbum da Mallu Magalhães.

Dicas de bandas estão no ar, não deixe de ler sobre Juliana R., Jennifer Lo-fi e mono.tune!

Cláudio e Ovelha falaram ao site e deram curiosidades sobre Mallu e o cd solo de Cláudio, só clicar aqui!

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